<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259</id><updated>2012-02-16T06:38:37.307Z</updated><title type='text'>Ecos do Passado</title><subtitle type='html'>Viagem no tempo, sem pretensões de erudição.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-4516582060689144656</id><published>2008-07-30T16:04:00.001+01:00</published><updated>2008-07-30T21:43:52.033+01:00</updated><title type='text'>Fredegunda e os Merovíngios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_wjknMhE9Yiw/SHtx2ZBcDxI/AAAAAAAAAHw/HQmZAmiF_BY/s1600-h/fred.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222893372110016274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wjknMhE9Yiw/SHtx2ZBcDxI/AAAAAAAAAHw/HQmZAmiF_BY/s200/fred.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Foi publicado em Junho deste ano o mais recente livro de Jean-Louis Fetjaine - &lt;em&gt;As Rainhas de Púrpura, I Volume: A Cortesã&lt;/em&gt;. Trata-se de um romance histórico centrado num dos períodos mais conturbados da Alta Idade Média e que tem como principal personagem Fredegunda, a amante de Quilperico I (539-584), quarto filho de Clotário I, rei de &lt;em&gt;Francia. &lt;/em&gt;A narrativa, de leitura agradável, dá-nos uma visão das lutas pelo poder no tempo dos Merovíngios e procura ser fiel aos factos históricos tal como estes chegaram até nós. No final do livro o autor apresenta a bibliografia consultada que, embora não seja volumosa, aponta uma obra fundamental - &lt;em&gt;L'Histoire des Rois Francs&lt;/em&gt; de &lt;a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9goire_de_Tours"&gt;Grégoire de Tours&lt;/a&gt; - principal fonte contemporânea da história merovíngia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-4516582060689144656?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/feeds/4516582060689144656/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30874259&amp;postID=4516582060689144656&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/4516582060689144656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/4516582060689144656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2008/07/fredegunda-e-os-merovngios.html' title='Fredegunda e os Merovíngios'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wjknMhE9Yiw/SHtx2ZBcDxI/AAAAAAAAAHw/HQmZAmiF_BY/s72-c/fred.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-4804597631200371174</id><published>2008-07-25T15:48:00.002+01:00</published><updated>2008-07-25T16:14:27.979+01:00</updated><title type='text'>5ªs à Noite nos Museus</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_wjknMhE9Yiw/SInoL3uBSsI/AAAAAAAAAIA/02yzu0RYSXo/s1600-h/museus.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226964133173349058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_wjknMhE9Yiw/SInoL3uBSsI/AAAAAAAAAIA/02yzu0RYSXo/s200/museus.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Resolvi recomeçar  a escrita neste blog divulgando uma excelente iniciativa do IPM - 5ªs à Noite nos Museus. Embora não conste que os quadros ganhem vida ou haja figuras de cera a passear pelas galerias como no filme de Shawn Levy, não pensem que estas ofertas nocturnas se limitam a um simples passeio pelas galerias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma boa opção para quem ficou pela cidade  e quer terminar o seu dia de Verão em beleza. Basta consultar a programação no site do IPM:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.ipmuseus.pt/pt/noticias/N29057/TA.aspx"&gt;5ªs à Noite nos Museus. Verão 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-4804597631200371174?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/feeds/4804597631200371174/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30874259&amp;postID=4804597631200371174&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/4804597631200371174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/4804597631200371174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2008/07/5s-noite-nos-museus.html' title='5ªs à Noite nos Museus'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_wjknMhE9Yiw/SInoL3uBSsI/AAAAAAAAAIA/02yzu0RYSXo/s72-c/museus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-6709062721533055202</id><published>2008-05-26T09:18:00.002+01:00</published><updated>2008-05-26T14:05:14.887+01:00</updated><title type='text'>Carbono 14</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há dias em que nada apetece, em que toma conta de nós uma espécie de letargia e o mais que se consegue é ficar para ali, de cabeça vazia, entregue à monotonia. Ontem foi um desses dias e nem o livro novo, ainda por folhear, me despertou o interesse. Acabei por me deixar ficar, a percorrer os canais da TV Cabo, mas sem grande esperança de encontrar algum entretenimento nisso. Como no canal MOV estava a começar um filme e eu gosto de os ver desde o seu início, parei o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;zapping &lt;/span&gt;e prestei atenção. O nome do actor principal, Jean-Claude Van Damme, deixou-me logo de pé atrás, mas o título "Timecop, Patrulha Do Tempo" e uma história em torno de viagens no tempo, foram o argumento para eu dar o benefício da dúvida.&lt;br /&gt;O filme era escandalosamente mau e deixei de o ver a partir do momento em que, a certa altura, observando umas barras de ouro, um dos protagonistas afirma tratar-se de ouro de 1800 e picos, facto comprovado através do teste do Carbono (a que se referiria?!). Mas que disparate mais grosseiro! Passou-me logo a preguiça e lá fui eu ...aos livros e à Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste do Carbono-14, ou radiocarbono, é um dos mais conhecidos métodos de datação de restos orgânicos, de origem animal ou vegetal: quando um animal ou uma planta morre, o C14 que ele contém começa o seu processo de desintegração; medindo a radioactividade residual de um achado obter-se-á, portanto, o número aproximado de anos decorridos desde a morte do vegetal ou do animal de que provém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script language="JavaScript" src="http://us.geocities.com/js_source/geovck08.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;!-- text above generated by server. PLEASE REMOVE --&gt;"MÉTODO DO C14 OU RADIOCARBONO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseia-se na determinação da proporção entre o C14 e o total de carbono existente numa amostra (considerando-se um sistema fechado). A amplitude de datação coberta por este método é de 500 a 50.000 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem 5 isótopos de C dos quais o mais comum é o C12. O C14 forma-se continuamente, de modo natural, nas partes elevadas da atmosfera (entre 15.000 e 20.000m de altitude) pela interação dos raios cósmicos com o N14. O C14 assim produzido passa a participar do óxido de carbono da atmosfera, sendo incorporado, no habitat terrestre, pelas plantas, através da fotossíntese e, finalmente, pelos animais, através da cadeia herbívoro-carnívora. Nos habitats aquáticos, dissolve-se nas águas, passando à composição das plantas e animais que ali vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o correr do tempo, o C14 vai-se desintegrando, transformando-se novamente em N14. Considerando-se que: 1) a proporção C14/C12 conhecida da atmosfera manteve-se constante nos últimos 50.000 anos; 2) que essa proporção se distribui de maneira uniforme e 3) que após a morte dos organismos, a composição isotópica do carbono só se alterou por desintegração, basta medir a C14/C12 para se saber a idade do organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período da meia-vida do C14 ainda não está seguramente definido. Alguns autores como equivalente a 5.730 ± 40 anos e outros 5.570 ± 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proporção C14/C12 na atmosfera modificou-se a partir de 1950, por efeito das explosões nucleares. Desta maneira, a idade é fornecida com relação ao ano de 1950, com a abreviatura A.P. (antes do presente)"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;extraído de &lt;a href="http://www.geocities.com/fundamentos_geologia/dataabsoluta.html" target="_blank"&gt;http://www.geocities.com/fundamentos_geologia/dataabsoluta.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="title"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Links sobre o tema:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://id-archserve.ucsb.edu/Anth3/Courseware/Chronology/08_Radiocarbon_Dating.html" target="_blank"&gt;&lt;span class="title"&gt;Chronological Methods 8 - Radiocarbon Dating&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="title"&gt;&lt;a href="http://www.radiocarbondating.com/" target="_blank"&gt;Waikato Radiocarbon Dating Laboratory&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span class="title"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-6709062721533055202?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/feeds/6709062721533055202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=30874259&amp;postID=6709062721533055202&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/6709062721533055202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/6709062721533055202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2008/05/carbono-14.html' title='Carbono 14'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115455116601725466</id><published>2008-05-02T21:28:00.001+01:00</published><updated>2008-06-19T20:32:24.447+01:00</updated><title type='text'>Atelier Daynes: olhar quem fomos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/1600/ergaster3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/320/ergaster3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A possibilidade de vermos o rosto de alguém que já não está entre nós e do qual apenas restam as ossadas, é algo perfeitamente possível hoje em dia e o &lt;a href="http://www.daynes.com/fr/accueil/accueil.php" target="_blank"&gt;ATELIER DAYNES&lt;/a&gt; é um bom exemplo disso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Elisabeth Daynès, em estreita colaboração com os paleoantropólogos, tem realizado diversos trabalhos de reconstrução cujos resultados são, a meu ver, de "cortar a respiração".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale a pena passar pelo site, mas o melhor era mesmo ir até lá&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115455116601725466?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115455116601725466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115455116601725466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/08/atelier-daynes-olhar-quem-fomos.html' title='Atelier Daynes: olhar quem fomos'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115445779754330342</id><published>2008-04-20T16:48:00.000+01:00</published><updated>2008-06-19T20:34:04.763+01:00</updated><title type='text'>O Menino do Lapedo</title><content type='html'>Tema proposto por &lt;a href="http://lunapappa.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;lunatic&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A origem do Homem é um dos temas que mais fascínio exerce sobre nós e principalmente desde o advento da teoria Darwiniana da origem das espécies. Os inúmeros fósseis que têm vindo a ser descobertos ao longo dos anos têm-nos permitido traçar uma linha de evolução, ramificada é certo, que situa as nossas origens num tempo tão distante como os 7 a 4,4 milhões de anos (pré-Humanos: &lt;em&gt;Sahelanthropus tchadensis, &lt;/em&gt;entre outros). O homem actual - &lt;em&gt;Homo Sapiens Sapiens&lt;/em&gt; - será, pois, à luz do evolucionismo, um resultado final e o único representante do seu género (Homo). Sabemos hoje que, há alguns milhares de anos, a nossa espécie partilhou algumas regiões do globo com uma outra, o &lt;em&gt;Homo Sapiens Neanderthalensis. &lt;/em&gt;Aqui importa fazer uma ressalva: partilhar espaços geográficos não é sinónimo de coabitação ou cruzamento genético; lidamos com um tempo demasiado longo e não existem vestígios materiais concretos de uma possível convivência entre as duas espécies.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O menino do Lapedo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1998, no sítio do Lagar Velho (Vale do Lapedo, Leiria), foram encontradas umas ossadas fósseis de um indivíduo de 4 anos de idade com cerca de 25 mil anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/1600/esqueletoWeb.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/320/esqueletoWeb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A descoberta acabou por dar origem a um livro intitulado &lt;a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/TA/folder/22" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Portrait of the Artist as a Child&lt;/strong&gt;: The Gravettian Human Skeleton from the Abrigo do Lagar Velho and its Archeological Context&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;(publicação do IPA, exclusivamente em Inglês vá lá compreender-se o porquê) onde os seus autores, João Zilhão e Erik Trinkaus, apontam o "Menino do Lapedo" como o resultado de um possível processo de mestiçagem entre Sapiens e Neanderthalensis: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Com efeito, alguns aspectos como a dentição, a robustez dos ossos dos membros ou as proporções relativas da tíbia e do fémur mostram características próprias dos neandertalenses. Pelo contrário, outros como a dentição, o queixo ou as proporções e morfologia da bacia, são claramente próprios dos homens de tipo anatomicamente moderno."&lt;/em&gt; (in &lt;a href="http://www.tintafresca.net/arquivo/n29/patrimonio/leiria-meninolapedo.asp" target="_blank"&gt;Tinta Fresca&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A técnica de datação utilizada foi a do Carbono14, contudo não se recorreu a uma análise do DNA mitocondrial que, embora não seja 100% exacta, nos poderia ajudar a comprovar esta teoria.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1997, quatro pesquisadores, dois alemães e dois americanos, conseguiram recuperar uma pequena quantidade do DNA do osso de um Neanderthal (estudo de um trecho de DNA mitocondrial) e compararam-no com o trecho correspondente de 986 outros tipos, provenientes de seres humanos actuais. O resultado conduziu à seguinte conclusão: o DNA dos Neanderthais é muito diferente; encontra-se pelo menos o triplo de divergências do que quando se comparam duas amostras de DNA actuais; logo, o Homo Neanderthalensis é uma espécie diferente da nossa e não houve cruzamento genético entre ambas. Volto a repetir que não se trata de uma análise 100% exacta, conclusiva, mas que apresenta sim uma forte evidência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Será então ou não o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Menino do Lapedo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; um "eco do passado"? A prova de que duas espécies do género Homo se cruzaram?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;Se na Europa, e numa escala menor no Médio Oriente, encontramos traços de uma coexistência dos dois homens, não existe em contrapartida nenhum resto fóssil a atestar com certeza que eles coabitaram. Os poucos fósseis de híbridos, como o da criança do Lagar Velho em Portugal, deixam perplexa a maior parte dos paleantropólogos porque a descoberta de uma sepultura conjunta seria mais convincente. Esta coabitação é posta em causa por um outro elemento de natureza geográfica: a população neandertalense está estimada em 10 mil indivíduos repartidos pela Europa Ocidental. Uma ocupação mínima mas sobretudo esparsa, bem como hipotética, que teria limitado os contactos com os Homo Sapiens. E se os contactos tiveram lugar, o seu carácter hostil, amigável e porque não sentimental continuam a ser um fascinante mistério." &lt;/em&gt;(Diane Grabmuller in revue &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Science est Vie, &lt;/strong&gt;Hors-Série,&lt;/em&gt; nº235, Edition Trimestriel, Paris, Juin 2006, trad. Maeve)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115445779754330342?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115445779754330342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115445779754330342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/08/o-menino-do-lapedo.html' title='O Menino do Lapedo'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115279376763843113</id><published>2008-04-13T12:41:00.001+01:00</published><updated>2008-06-19T20:37:33.864+01:00</updated><title type='text'>Duas informações úteis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1.Europa Romana:&lt;/strong&gt; encontra-se na Web, desde finais do ano passado, um site que pretende reunir todos os museus da Europa especializados na época romana. O &lt;a href="http://www.conimbriga.pt/" target="_blank"&gt;Museu Monográfico de Conimbriga&lt;/a&gt; foi um dos primeiros a aderir a este projecto que visa, sobretudo, a troca de informação entre museus e público interessado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.europaromana.com/" target="_blank"&gt;Europa Romana - Museus Europeus de Romanidade&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/1600/museuroma.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/400/museuroma.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Base de Dados Endovélico: &lt;/strong&gt;para os que quiserem conhecer sítios arqueológicos nacionais, o &lt;strong&gt;Instituto Português de Arqueologia&lt;/strong&gt; disponiliza no seu site o acesso à informação contida na sua base de dados, mediante pesquisa do utilizador.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.ipa.min-cultura.pt/" target="_blank"&gt;IPA&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; - Base de Dados Endovélico (ver no menu do site)&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115279376763843113?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115279376763843113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115279376763843113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/trs-informaes-teis.html' title='Duas informações úteis'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115270918189844474</id><published>2008-04-03T13:23:00.000+01:00</published><updated>2008-06-19T20:38:47.460+01:00</updated><title type='text'>Revolução de 1383 - II</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;(&lt;a href="http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/revoluo-de-1383-i.html" target="_blank"&gt;link para o primeiro post sobre o tema&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como evoluiram os acontecimentos após a morte do Conde Andeiro?&lt;br /&gt;Já sabemos que em resposta ao apelo de Gomes Freire e Álvaro Pais, o povo acorreu ao Paço da Rainha para ajudar o Mestre de Avis. De ânimos acesos e julgando-se liberto de todas as amarras socio-económicas, a "arraia-miúda" comete excessos vários - mata o bispo da Sé porque este não mandara tocar os sinos a rebate; mata o prior de Guimarães que, por acaso também estava lá; mata o desprevenido tabelião de Silves que tivera o azar de chegar nesse dia a Lisboa; projecta roubar os judeus e os mouros.&lt;br /&gt;No Paço, o Mestre tenta justificar-se perante Lenor Teles, pede-lhe perdão(não sem ter jantado antes, claro), que fez o que fez por uma questão de segurança da sua própria vida. A rainha é que não está pelos ajustes e parte para Alenquer, juntamente com uma boa parte da nobreza, de onde pedirá auxílio ao seu genro, o rei de Castela. Afonso Telo, um dos principais implicados no golpe, acompanha-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora? O Mestre de Avis não tem dúvidas - a vingança não tardará. Resolve fugir para Inglaterra. O povo cai em si e adivinha já as represálias que sofrerá. Prevê-se invasão castelhana...massacre. Nenhum dos envolvidos na trama e seus apoiantes se preocupa com o que poderá acontecer à plebe urbana: "&lt;em&gt;O povo, que nascera para trabalhar, não podia fazer parte das suas preocupações. O melhor era, como aconselhava (a prudência), cada qual pensar na segurança de seus bens.", &lt;/em&gt;diz-nos Valentim Fernandes &lt;strong&gt;(1).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Álvaro Pais parte para Alenquer, na esperança de conseguir uma reconciliação com a rainha e é aqui que surge um pormenor interessante - propõem-se a Leonor Teles, a "aleivosa" no dizer do povo, que case com o Mestre de Avis. Pormenor interessante porque nos mostra que, a despeito do que de mal dela se pensava, não passava de um "joguete" em toda a trama política e era essa, sem sombra de dúvida, a posição da mulher nobre na Europa medieval - servir interesses políticos e patrimoniais (ambos interligados), por via do casamento. Leonor Teles rejeitou a proposta, mas não teve melhor sorte por causa disso, uma vez que terminou os seus dias enclausurada no Mosteiro de Tordesilhas, a mando do seu genro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto em Lisboa, o Mestre de Avis é animado a não partir. Saliento aqui a intervenção de um certo emparedado, Frei João da Barroca, muito dado a profecias e que sob consulta terá vaticinado o trono ao futuro rei de Portugal. Enfim, lá fica marcada "assembleia" na Igreja do convento de S. Domingos (Rossio) onde "&lt;em&gt;os homes dos mesteres, pobradores e moradores de Lisboa&lt;/em&gt;"&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; e inúmeros populares resolvem elevar o mestre à categoria de "Regedor e Defensor do Reino". A burguesia citadina, à cautela, ainda se tentou abster de tal decisão, mas acabou por a aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, vão surgir as compensações para quem as merece (e não merece). O Mestre, que nesta altura não passava de um mero representante dos interesses ao trono do seu meio-irmão D. João (filho de D.Pedro I e Inês de Castro), retido em Castela, constitui um conselho formado por burgueses que viram assim atendidas as suas antigas reinvindicações de associação ao poder político. Por sua vez, o governo da cidade de Lisboa fica entregue aos mesteirais. Acerca destes últimos diz-nos Maria José Ferro: "&lt;em&gt;A 1 de Abril de 1384, o Mestre de Avis privilegia os naturais de Lisboa, numa carta que não se contenta com o formulário usual de confirmação de privilégios anteriormente outorgados, mas que é, sobretudo, uma resposta a possíveis reinvindicações do povo miúdo.(...) É nele, segundo a nossa opinião, que está patente a grande vitória que o povo miúdo dos mestres obteve com a sua acção em 1383-85:&lt;br /&gt;- uma participação activa na vida do município;&lt;br /&gt;- uma colaboração, por intermédio de representantes seus, no conselho régio;&lt;br /&gt;- e a inversão dos privilegiados no pagamento de impostos, o qual seria distribuído em função da riqueza de cada um donde a isenção dos menos ricos&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o que me faz isto lembrar?!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)".&lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A estas disposições se acrescenta que em 1385, todas as pretensões dos mesteirais foram deferidas por D. João I. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;(1) Lisboa. A Força da Revolução (1383-1385), Col.Horizonte Histórico, nº7, Livros Horizonte, Lisboa, 1985 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(2) Fernão Lopes, &lt;em&gt;Crónica de D. João I&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(3) "A Revolta dos Mesteirais de 1383" in &lt;em&gt;Actas das III Jornadas Arqueológicas de 1977, Vol.I, Associação dos Arqueólogos Portugueses&lt;/em&gt;, Lisboa, 1978, pp.367-368&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115270918189844474?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115270918189844474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115270918189844474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/revoluo-de-1383-ii.html' title='Revolução de 1383 - II'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115262499149831450</id><published>2008-03-28T13:09:00.000Z</published><updated>2008-06-19T20:40:44.111+01:00</updated><title type='text'>Museu de Odrinhas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quem se aventure a dar uma daquelas voltas domingueiras até à Ericeira, fica desde já a saber que ao passeio pode acrescentar um pouco de História. Partindo de Sintra rumo à Ericeira, pela EN247, chega-se ao lugar de Odrinhas onde se encontra um belíssimo &lt;a href="http://museudeodrinhas.no.sapo.pt/" target= "_blank"&gt;museu arqueológico&lt;/a&gt; que reúne um interessante conjunto de peças arqueológicas, romanas e visigóticas entre outras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Curiosamente é este museu que alberga os três únicos sarcófagos etruscos existentes em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/1600/odrinhas.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/400/odrinhas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;Instalado no local onde outrora existiu uma villa romana e de que restam ainda algumas estruturas, possui um interior "moderno", agradável, onde o espólio está bem organizado. A visita é guiada, com simpatia e com a preocupação de esclarecer as dúvidas dos visitantes. Num espaço exterior, anexo ao museu, encontra-se &lt;a href="http://www.malhatlantica.pt/sintrantiga/odrinhas.htm" target= "_blank"&gt;o único cemitério de cariz medieval escavado em Portugal&lt;/a&gt;. Próximo, também, é possível observar os "&lt;a href="http://www.malhatlantica.pt/sintrantiga/menir.htm" target= "_blank"&gt;Menires da Barreira&lt;/a&gt;", um conjunto megalítico datado de cerca de 3000 a.C.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115262499149831450?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115262499149831450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115262499149831450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/museu-de-odrinhas.html' title='Museu de Odrinhas'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115255634934070280</id><published>2008-03-19T18:24:00.000Z</published><updated>2008-06-19T20:41:49.156+01:00</updated><title type='text'>A revolução de 1383 - I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/1600/rei_d_joao_i.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/320/rei_d_joao_i.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Dizem-nos os velhos alfarrábios que, num arrobo patriótico e em defesa da nossa independência, o povo lisboeta saiu às ruas numa certa manhã de 6 de Dezembro de 1383 (talvez rente ao meio-dia, talvez mais). Que morreram umas quantos gentes, inclusivé o desgraçado bispo que foi lançado de uma das torres da Sé, onde se refurgiara aflito, e acabou entregue aos cães no Rossio. Velhos ódios populares, insatisfações e vida miserável, numa época economicamente difícil, explodiram em força naquele dia. Sábio poder que as soube conter e que as soube largar na devida altura! Os tais velhos alfarrábios dizem-nos que um certo Conde João Fernandes Andeiro, galego de origem e amante da rainha Leonor Teles (com a qual já prevaricava ainda em vida de El-Rei D. Fernando), esteve na origem do levantamento pois tentara matar o ditoso filho bastardo de D. Pedro, de boa cepa portuguesa e sem misturas castelhanas - D. João, Mestre de Avis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existiam, claro está, as velhas intriguices que deixavam o povo curioso e revoltado (já que ao tempo não existiam telenovelas). É certo e sabido que do casamento de D. Fernando com Leonor Teles apenas saira uma filha e que esta, na sequência do seu casamento com D. João de Castela, punha nas mãos do seu marido o futuro de Portugal (Tratado de Salvaterra de Magos, 1383); de igual modo era sabido que Leonor, estando D. Fernando na alcaçova, se entretinha com o Andeiro...ah, que "aleivosa"!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, mas o que aconteceu realmente? A leitura de Fernão Lopes não nos deixa dúvidas - o povo foi manipulado (assim como é contido, assim pode ser largado...).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A TRAMA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lisboa, 6 de Dezembro de 1383. São dez, onze horas da manhã. Aproxima-se o momento em que a maior parte dos habitantes da cidade de Lisboa disfruta da primeira refeição substancial do dia - o jantar. No Paço de Apar S. Martinho, próximo da Sé, o Conde Andeiro recebe do Mestre de Avis o primeiro dos golpes que lhe irão pôr termo à vida. É Rui Pereira, tio daquele Nuno Álvares que viria a destacar-se em Atoleiros e Aljubarrota, que termina à espada o que fora começado. Os dois assassinos não estão sós - João Afonso Telo, conde de Barcelos e irmão da rainha e outros de estirpe semelhante. Dando seguimento ao combinado com Álvaro Pais (antigo Vedor da Chancelaria), o pagem do Mestre de Avis sai a cavalgar pela cidade, berrando: "Maton o Meestre! maton ho Meestre nos Paaços da Rainha! Acoree ao Meestre que matam" &lt;strong&gt;(1)&lt;/strong&gt; É o alvoroço! Junto às portas do Paço, a indignação popular cresce e ouvem-se insultos vários contra a "aleivosa" e o malandro do Andeiro. Finalmente, o Mestre assoma apaziguador a uma janela: "Amigos apacificae vos, ca eu vivo e saão soom a deos graças."&lt;strong&gt;(2) &lt;/strong&gt;Ao que povo responde, aliviado: "Que nos mandaees fazer, Senhor? que querees que façamos?".&lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A trama estava consumada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O desgraçado do Andeiro foi enterrado sem espalhafatos na Igreja de S. Martinho, da qual hoje em dia nada resta e sobre cujo local passa agora o eléctrico que sobe para a Graça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os factos, tal como nos são narrados por Fernão Lopes, nada têm de invulgar para a época. Os assassínios políticos eram comuns - o próprio rei D. Fernando, anos antes, fora alvo de vários atentados e, na vizinha Castela, Henrique de Trastâmara eliminara a golpes de punhal o seu irmão bastardo D. Pedro; e o que dizer de uma certa Inês de Castro, aparentemente inofensiva e que acabou degolada embora fosse mãe de príncipes?!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que os mentores do homicídio do Conde Andeiro provavelmente desconheciam é que, com o seu "golpe de estado" e manobrando o povo, tinham despoletado um processo que iria agitar Portugal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1)(2)(3) Fernão Lopes, &lt;em&gt;Crónica de D. João I&lt;/em&gt;, Cap. XI&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115255634934070280?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115255634934070280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115255634934070280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/revoluo-de-1383-i.html' title='A revolução de 1383 - I'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115254804202588252</id><published>2008-03-17T16:10:00.000Z</published><updated>2008-06-19T20:43:57.749+01:00</updated><title type='text'>Lisboa Medieval: apontamentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/1600/lisboa.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3005/2329/400/lisboa.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Legenda da imagem:&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Rossio &lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt; Alcaçova do castelo &lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Sé&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;d,e)&lt;/strong&gt; Cerca moura&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem passeia hoje pela cidade de Lisboa não tem, nem pode ter, a percepção de como ela era no tempo em que D. Afonso Henriques a conquistou aos mouros. O burgo evoluiu, naturalmente, mas mesmo aquela que pode ser considerada a sua zona histórica sofreu grandes alterações e em boa parte devido ao terramoto de 1755. O que hoje subsiste de "medieval" em Lisboa pode ser encontrado nos antigos bairros de Alfama e Mouraria, no alto e na vertente sul do monte onde podemos ver o que resta do castelo de S.Jorge e mesmo esse sofreu importantes intervenções de restauro na década de 1940&lt;strong&gt; (1).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando em 1147 D. Afonso Henriques conquistou a cidade, supõem-se que esta teria já entre 12 a 15 mil habitantes. Para além do casario intra-muros (Cerca Velha ou Moura), existiria já um populoso bairro em parte do vale da Baixa, fundado sobre a acumulação de sedimentos e assoreamento do esteiro do Tejo&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;D. Afonso III foi o primeiro rei que estabeleceu corte em Lisboa, elevando-a a capital do reino e iniciando, assim, um período de mais rápido desenvolvimento. Se algumas cidades do nosso país ficaram a dever o seu crescimento e a sua prosperidade ao comércio externo, principalmente marítimo, Lisboa foi uma delas. A sua importância comercial era evidente devido à tradição do seu comércio muçulmano e ao seu bom porto. Quando nos fins do séc. XIII, os italianos iniciaram as suas viagens para a Flandres, através do estreito de Gibraltar, estabeleceram-se nalguns portos portugueses, sobretudo em Lisboa. A cidade tornou-se, então, um activo centro de comércio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir de meados do séc. XIV, o crescimento da cidade acentuou-se devido à forte imigração de centenas ou milhares de pessoas oriundas de todo o Reino. Esse crescimento foi de tal forma que D.Fernando (1345-1383) resolveu proceder a novo amuralhamento - as novas muralhas levaram 2 anos a construir e fechavam uma área de 103 hectares; as suas portas principais eram as de Santa Catarina (ao actual Largo das Duas Igrejas), São Roque (largo de Trindade Coelho); postigo do Duque, Portas de Santo Antão (aproximadamente onde é hoje a Casa do Alentejo), da Mouraria, de Santo André e da Cruz, correndo a muralha, na margem, até ao Corpo Santo.&lt;br /&gt;À semelhança de outros burgos em condições semelhantes, surgiram espaços comerciais - mercados e feiras -, alguns dos quais nas imediações das portas da muralha. Um desses espaços era o "rossio"&lt;strong&gt;(3),&lt;/strong&gt; próximo da porta de Santo Antão. Outros nós vitais eram as praias e os terrenos junto ao rio que, no tempo de D. Fernando, conheciam um muito concorrido mercado - a Ribeira Velha (designação posterior) - que se estendia do Campo das Cebolas à Rua do Cais de Santarém.&lt;br /&gt;Ainda no séc. XIV, surgiu uma rua dedicada ao comércio retalhista, que se converteu no verdadeiro coração da cidade - a Rua Nova. Ali residiam os ricos burgueses, se abriam as tendas mais ricas e requintadas e se realizavam feiras e festividades. Esta rua ia da esquina da actual Rua do Ouro para a de S. Julião, descaindo para a margem, até ao ponto onde a Rua dos Fanqueiros&lt;strong&gt;(4)&lt;/strong&gt; entronca com a Rua do Comércio.&lt;br /&gt;Os mouros e os judeus possuiam locais próprios para residir - a "aljama" e as judiarias &lt;strong&gt;(5)&lt;/strong&gt;, frequentemente próximas das áreas de mais intenso movimento mercantil.&lt;br /&gt;Perto a "aljama" situavam-se as casas nobres da cidade, como sejam o "Paço da Rainha" na Rua do Limoeiro (Leonor Teles), próximo da Sé, e supostamente a casa onde D. João I terá nascido.&lt;br /&gt;Toda a zona da Baixa assemelhava-se muito a Alfama e a actual Praça do Comércio estava alagada. Entre a Praça do Comércio e o Cais do Sodré, seriam os estaleiros navais de D. Fernando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não existem, segundo sei, visitas organizadas pela Câmara Municipal de Lisboa ou pelo Museu da Cidade que cumpram um trajecto que nos leve a conhecer a cidade como ela era antes de 1755. O SPGL (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa) organiza uma ou outra de tempos a tempos e os não sócios podem inscrever-se...mas não é por aí que vamos lá. As iniciativas nesse sentido partem de escolas, professores e alunos, exigindo muita pesquisa. O Museu da Cidade é um bom ponto de partida dado que possui informação sobre a Lisboa Medieval e talvez, neste momento, esteja capaz de fornecer um percurso pedreste. Deixo aqui alguns links úteis:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;a href="http://www.cm-lisboa.pt/index.php?id_categoria=26&amp;amp;id_item=48"&gt;Câmara Municipal de Lisboa (Lisboa Medieval)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;a href="http://www.instituto-camoes.pt/cvc/excvirt/lisboamedieval/index.html"&gt;Excursão Virtual (Instituto Camões)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(1)&lt;/strong&gt;O castelo de S.Jorge sofreu estragos na sequência dos terramotos de 1531, 1551, 1597 e 1699.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; O assoreamento do Tejo tem provocado, ao longo dos séculos alterações significativas nas zonas ribeirinhas da cidade de Lisboa. Crê-se que, ainda no séc. XI, um braço do Tejo alagava toda a zona da Baixa até ao Rossio, onde desaguavam dois cursos de água. Um desses cursos de água - o rio de Valverde - percorria o vale onde viria a ser rasgada a Avenida da Liberdade. A documentação da época (séc.XII) faz referência às "hortas de Valverde" que abasteciam a cidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; Designação atribuída, segundo Oliveira Marques, a um baldio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(4)&lt;/strong&gt; A toponímia chama-nos a atenção para os nomes de algumas ruas de Lisboa, reveladoras dos mesteres - fanqueiros, bacalhoeiros, correeiros. Sabe-se que já no séc.XIV os mesteirais tinham ruas próprias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;(5)&lt;/strong&gt; Descendo a escadaria da Rua Norberto Araújo, passando a Rua da Adiça, Rua S. João da Praça, entra-se na Rua da Judiaria, onde seria o bairro judeu e a Sinagoga (actual prédio com o nº 8 do Beco das Barrelas).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Alguns estudos sobre a cidade de Lisboa:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;AAVV,&lt;em&gt; De Campo de Ourique à Avenida, &lt;/em&gt;Col. Freguesias de Lisboa, Biblioteca da Educação, CML - Pelouro da Educação, Lisboa, 1995.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;AAVV, &lt;em&gt;Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa, &lt;/em&gt;Assembleia Distrital, Lisboa, 1973-1988.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CASIMIRO, Augusto, &lt;em&gt;Lisboa Mourisca, 1147-1947&lt;/em&gt;, Minerva, V.N.Famalicão, 1947.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;CASTILHO, Júlio de, &lt;em&gt;Lisboa Antiga. Bairros Orientais, &lt;/em&gt;S. Industriais da C.M.L., 2ª Ed., 1937. (só mesmo no alfarrabista)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;PROENÇA, Raúl, &lt;em&gt;Lisboa e Arredores&lt;/em&gt; in &lt;em&gt;Guia de Portugal&lt;/em&gt;, Fundação Calouste Gulbenkian, 2ª Ed., Coimbra, 1988&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115254804202588252?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115254804202588252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115254804202588252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/lisboa-medieval-apontamentos.html' title='Lisboa Medieval: apontamentos'/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-30874259.post-115247321723953368</id><published>2008-03-16T20:05:00.000Z</published><updated>2008-06-19T20:45:41.699+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sou historiador porque sou o filho da morta e o mistério do tempo me persegue desde a infância. Até onde remotam as minhas lembranças, encontro-me fascinado pela memória. Ela retém o cimento do espírito, o segredo da nossa identidade; a memória entrega-nos à vertigem do ser e do tempo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pierre Chaunu &lt;em&gt;(1982) &lt;/em&gt;in&lt;em&gt; Ensaios de Ego-História,&lt;/em&gt; Col. Lugar da História, Edições 70, Lisboa, 1986, p.63&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sou historiadora, nem tão pouco é o meu objectivo escrever aqui como se o fosse. Ecos do Passado não é um ensaio historiográfico; é um exercício de memória na senda daquilo que somos e porque somos, como resultado de uma aventura sem fim de gerações em cuja a acção reside "o segredo da nossa identidade".&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/30874259-115247321723953368?l=ecosdopassado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115247321723953368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/30874259/posts/default/115247321723953368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ecosdopassado.blogspot.com/2006/07/sou-historiador-porque-sou-o-filho-da.html' title=''/><author><name>Maeve</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10215164158197237033</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://maeve.com.sapo.pt/rosto.jpg'/></author></entry></feed>
